O aluno deve ver a leitura como prazer, informação e desejo de ler. Como mediador desse processo, o professor precisa muitas vezes construir e estimular sua própria leitura para poder envolver seus alunos nos diversos tipos de textos.
Ele deve estimular a leitura contando histórias, lendo e criando personagens que se identifiquem com a fase pela qual está passando o aluno.
Sua função não é apenas motivar a leitura, mas é envolver o aluno no contexto das práticas sociais da leitura, de modo que o mesmo se torne, ao mesmo tempo, alfabetizado e letrado.
Essas são algumas idéias abordadas por ROSANIA SOARES CARMINATI em seu artigo “O Contexto Escolar, o Aluno, o Texto e o Professor.
Vale a pena conferir.
Fonte: http://www.webartigos.com/articles/9260/1/O-Contexto-Escolar-O-Aluno-O-Texto-E-O-Professor/pagina1.html#ixzz19N73RXzm
Este blog foi criado por alunas do Curso Mediadores de Leitura|Santana do Livramento, com o propósito de divulgar os trabalhos e também artigos, vídeos e outras coisas interessantes sobre o assunto do blog. Com o final das atividades, o grupo foi desfeito, mas o blog continua com os mesmos propósitos e com alguns acréscimos por conta da pessoa que continua com a responsabilidade das postagens.
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Sinta-se à vontade para ler, xeretar e opinar.
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terça-feira, 28 de dezembro de 2010
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
Boas Festas!
Boas Festas!
Que a verdadeira mensagem do Natal, que é Jesus, permaneça em nossos corações, se renovando a cada novo dia!
Que a verdadeira mensagem do Natal, que é Jesus, permaneça em nossos corações, se renovando a cada novo dia!
domingo, 19 de dezembro de 2010
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
Brincando com as Palavras
Poesia é uma forma muito especial de linguagem, cuja característica é o jogo com a sonoridade, destacando-se a cadência rítmica.
Poesia, no grego “poiesis”, significa “produzir, fazer, criar uma realidade diferente da histórica e factual”.
A poesia, na antiguidade, era ritual, entretenimento, enigma, profecia, filosofia, competição. O poeta era concebido como um sábio, e a função do poema era social, educar e guiar uma prática. Na Índia e Grécia antigas e no Ímpério Romano, vários documentos, hinos, contratos e provérbios eram escritos em versos, em parte pela facilidade de memorização.
Na infância, a poesia não está ligada propriamente ao entendimento. O poema não precisa necessariamente apresentar um enredo, contar uma história. Pode ser uma descrição, um mero jogo de palavras, uma atividade que deve ter início muito cedo, desde os primeiros contatos da criança com a língua.
Na escola, é preciso considerar que o desenvolvimento lingüístico se dá pela convivência com diferentes gêneros de textos. A poesia é um recurso maravilhoso para gerar esse desenvolvimento, já que o ritmo, as rimas, a melodia atraem e estimulam o contato com esse tipo de linguagem. Através de poemas, rimas, parlendas, músicas e outras formas poéticas, o professor pode obter uma grande ajuda para desenvolver a linguagem de seus alunos, tanto daqueles com bom desempenho lingüístico, quanto daqueles que tem dificuldade de se aproximar do texto escrito.
Como diz José Paulo Paes em “Poesia para Crianças – Um Depoimento”, da Editora Giordano, 1996, ... “a poesia tende a chamar a atenção da criança para as surpresas que podem estar escondidas na língua que ela fala todos os dias sem se dar conta delas”.
Em seu cotidiano, a criança vive a poesia através de brincadeiras, da invenção de rimas, de trava-línguas, de músicas, etc. É na atividade criativa com a língua que a criança constrói formas originais de ver o mundo. É nesse jogo verbal, nessa construção sutil de frases, que será possível a exploração de múltiplos significados, de recriação sonora, de deslocamento de pensamento e de ação e de outras habilidades mentais necessárias à aprendizagem.
Com certeza, o trabalho com poesia é extremamente válido e mesmo indispensável. Entretanto, é importante não fazer desse momento, que deve ser alegre, de verdadeira fruição, mais um espaço para apresentar conteúdos a serem “aprendidos”. O trabalho com poesia deve desenvolver o amor pela linguagem e não ser uma desculpa para trabalhar “lições”.
Nem sempre os alunos, quando chegam à escola, tiveram um contato afetivo com a poesia. Muitas crianças e adolescentes tem uma vida difícil, sem contato com pessoas que incentivam esse tipo de linguagem. Precisamos levar em conta que, nesses casos, a escola talvez seja a única oportunidade que eles terão de efetivar esse contato de maneira prazerosa.
A escola precisa ser um lugar que proporcione a convivência com a poesia através do contato com diferentes autores e estilos, desenvolvendo a capacidade de enxergar o essencial do poético, através de atividades que levem a uma maior compreensão dessa forma linguística e ofereçam condições para que o aluno ensaie seus próprios passos na criação poética. Portanto, para iniciar um trabalho com poesia, é imprescindível que as crianças tenham contato com poemas dos mais diversos, para que o professor|mediador possa identificar o(s) estilo(s) preferido(s) pelos alunos. Após essa imersão no mundo poético, é mais fácil que as crianças se animem a ensaiar suas próprias criações. Depois desses ensaios, e ao perceber que o professor aprecia seus poemas, os alunos perdem o receio. A partir daí, os outros gêneros de textos passam a ser aceitos e, até mesmo, buscados.
A poesia pode ser, pelo que se vê, um excelente ponto de partida para desenvolver o gosto pela leitura.
Poesia, no grego “poiesis”, significa “produzir, fazer, criar uma realidade diferente da histórica e factual”.
A poesia, na antiguidade, era ritual, entretenimento, enigma, profecia, filosofia, competição. O poeta era concebido como um sábio, e a função do poema era social, educar e guiar uma prática. Na Índia e Grécia antigas e no Ímpério Romano, vários documentos, hinos, contratos e provérbios eram escritos em versos, em parte pela facilidade de memorização.
Na infância, a poesia não está ligada propriamente ao entendimento. O poema não precisa necessariamente apresentar um enredo, contar uma história. Pode ser uma descrição, um mero jogo de palavras, uma atividade que deve ter início muito cedo, desde os primeiros contatos da criança com a língua.
Na escola, é preciso considerar que o desenvolvimento lingüístico se dá pela convivência com diferentes gêneros de textos. A poesia é um recurso maravilhoso para gerar esse desenvolvimento, já que o ritmo, as rimas, a melodia atraem e estimulam o contato com esse tipo de linguagem. Através de poemas, rimas, parlendas, músicas e outras formas poéticas, o professor pode obter uma grande ajuda para desenvolver a linguagem de seus alunos, tanto daqueles com bom desempenho lingüístico, quanto daqueles que tem dificuldade de se aproximar do texto escrito.
Como diz José Paulo Paes em “Poesia para Crianças – Um Depoimento”, da Editora Giordano, 1996, ... “a poesia tende a chamar a atenção da criança para as surpresas que podem estar escondidas na língua que ela fala todos os dias sem se dar conta delas”.
Em seu cotidiano, a criança vive a poesia através de brincadeiras, da invenção de rimas, de trava-línguas, de músicas, etc. É na atividade criativa com a língua que a criança constrói formas originais de ver o mundo. É nesse jogo verbal, nessa construção sutil de frases, que será possível a exploração de múltiplos significados, de recriação sonora, de deslocamento de pensamento e de ação e de outras habilidades mentais necessárias à aprendizagem.
Com certeza, o trabalho com poesia é extremamente válido e mesmo indispensável. Entretanto, é importante não fazer desse momento, que deve ser alegre, de verdadeira fruição, mais um espaço para apresentar conteúdos a serem “aprendidos”. O trabalho com poesia deve desenvolver o amor pela linguagem e não ser uma desculpa para trabalhar “lições”.
Nem sempre os alunos, quando chegam à escola, tiveram um contato afetivo com a poesia. Muitas crianças e adolescentes tem uma vida difícil, sem contato com pessoas que incentivam esse tipo de linguagem. Precisamos levar em conta que, nesses casos, a escola talvez seja a única oportunidade que eles terão de efetivar esse contato de maneira prazerosa.
A escola precisa ser um lugar que proporcione a convivência com a poesia através do contato com diferentes autores e estilos, desenvolvendo a capacidade de enxergar o essencial do poético, através de atividades que levem a uma maior compreensão dessa forma linguística e ofereçam condições para que o aluno ensaie seus próprios passos na criação poética. Portanto, para iniciar um trabalho com poesia, é imprescindível que as crianças tenham contato com poemas dos mais diversos, para que o professor|mediador possa identificar o(s) estilo(s) preferido(s) pelos alunos. Após essa imersão no mundo poético, é mais fácil que as crianças se animem a ensaiar suas próprias criações. Depois desses ensaios, e ao perceber que o professor aprecia seus poemas, os alunos perdem o receio. A partir daí, os outros gêneros de textos passam a ser aceitos e, até mesmo, buscados.
A poesia pode ser, pelo que se vê, um excelente ponto de partida para desenvolver o gosto pela leitura.
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
Feira Binacional do Livro
Há poucos dias, tivemos a Feira Binacional do Livro. Os estandes ficaram localizados no andar térreo da Casa de Cultura Ivo Caggiani e as apresentações artisticas e a entrega de prêmios aconteceram na Praça General Osório.
Esperamos poder falar um pouco mais a respeito desse tão importante evento, que reuniu amantes da leitura de ambos países.
Muitas alunas do Curso Mediadores de Leitura na Bibliodiversidade estiveram por lá.
Vamos colocar algumas fotos da tarde da entrega de prêmios, onde um dos premiados foi um aluno pequeno, que, ao ficar impossibilitado de ler as poesias pelas quais ele receberia o prêmio, criou uma poesia na hora. Uma graça!
Há poucos dias, tivemos a Feira Binacional do Livro. Os estandes ficaram localizados no andar térreo da Casa de Cultura Ivo Caggiani e as apresentações artisticas e a entrega de prêmios aconteceram na Praça General Osório.
Esperamos poder falar um pouco mais a respeito desse tão importante evento, que reuniu amantes da leitura de ambos países.
Muitas alunas do Curso Mediadores de Leitura na Bibliodiversidade estiveram por lá.
Vamos colocar algumas fotos da tarde da entrega de prêmios, onde um dos premiados foi um aluno pequeno, que, ao ficar impossibilitado de ler as poesias pelas quais ele receberia o prêmio, criou uma poesia na hora. Uma graça!
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
Historinha Semântica
Os diferentes sentidos dados às palavras geram, muitas vezes, algumas situações, no mínimo, bastante estranhas. Vejam o caso a seguir.
Um grupo de pessoas conversava, enquanto o avô lia o jornal. De vez em quando, ele metia a colher no assunto.
Foi então que aconteceu uma confusão que fez todos darem muitas risadas.
– O Luís ainda está trabalhando na AESul? perguntou Heloísa.
– Sim; anda revisando umas instalações elétricas de onde puxaram um gato.
– E o que é que o pobre fazia lá? Machucaram o bichano? – interveio o avô.
Todos riram muito, antes de explicar para o vovô que o gato de que falavam se referia a um roubo de energia elétrica.
Para completar a situação hilária, chegou uma vizinha e perguntou para a Marli:
– E a tua mãe?
Marli respondeu:
– A mãe já se foi.
– Tua mãe morreu?! Meus pêsames! Eu não sabia! Quando foi isso?
– Quem morreu, criatura? Ninguém morreu, ela já se foi para casa.
Um grupo de pessoas conversava, enquanto o avô lia o jornal. De vez em quando, ele metia a colher no assunto.
Foi então que aconteceu uma confusão que fez todos darem muitas risadas.
– O Luís ainda está trabalhando na AESul? perguntou Heloísa.
– Sim; anda revisando umas instalações elétricas de onde puxaram um gato.
– E o que é que o pobre fazia lá? Machucaram o bichano? – interveio o avô.
Todos riram muito, antes de explicar para o vovô que o gato de que falavam se referia a um roubo de energia elétrica.
Para completar a situação hilária, chegou uma vizinha e perguntou para a Marli:
– E a tua mãe?
Marli respondeu:
– A mãe já se foi.
– Tua mãe morreu?! Meus pêsames! Eu não sabia! Quando foi isso?
– Quem morreu, criatura? Ninguém morreu, ela já se foi para casa.
Nem só de free-shop vive a fronteira.
Nossa fronteira, assim como qualquer outra comunidade, tem aspectos comuns a outras comunidades e aspectos bem particulares.
Aqui temos um vocabulário muito especial, um "gauchês" com muitos traços de "portunhol". Além disso, apreciamos uma poesia e uma música gaúchas muito interessantes e muito bonitas.
É algo a ser aproveitado em sala de aula!
Apreciem Shana Müller em "No cantar que nos hermana".
Aqui temos um vocabulário muito especial, um "gauchês" com muitos traços de "portunhol". Além disso, apreciamos uma poesia e uma música gaúchas muito interessantes e muito bonitas.
É algo a ser aproveitado em sala de aula!
Apreciem Shana Müller em "No cantar que nos hermana".
domingo, 28 de novembro de 2010
Uma breve apreciação
Olha o que a Carmem pensa sobre o trabalho realizado nas primeiras três semanas do Curso:
Nessas três semanas, pudemos revisar e ampliar conceitos, refletir sobre, entre outros aspectos, a construção do leitor, a importância do mediador da leitura, a necessidade do uso da capacidade crítica do leitor na atualidade, a importância da leitura para a formação do cidadão, os aspectos cognitivos e afetivos, a necessidade de inclusão das PNEEs nesse processo de leitura, e sobre a necessidade de gosto pela leitura do mediador na formação desse leitor que queremos.
A construção do leitor começa, na realidade, desde antes de seu nascimento, quando a mãe começa a conversar com o bebê ainda na sua barriga. Continua com a contação de histórias pela mãe, pai ou outro familiar. Essa é uma etapa muito importante que, infelizmente, falta para muitas crianças. Nesse caso, a escola deve estar ciente, a fim de oferecer oportunidades que possam sanar essa deficiência.
O processo continua na escola, onde os professores(as) e bibliotecários(as) devem valorizar as atividades de leitura como imprescindíveis à aprendizagem, utilizando a interação entre os sujeitos como ferramenta básica. Não é o professor “sabe-tudo”, mas diferentes sujeitos interagindo e promovendo a aprendizagem de todos.
Nesse processo, é importante lembrar que ler não é apenas decifrar letras, mas compreender o que é lido: é necessário estabelecer a relação entre a escrita e seu significado. Somente estabelecendo essa relação, o leitor terá condições de desenvolver seu senso crítico, será capaz de se posicionar frente ao assunto abordado na leitura, formar sua opinião, seus conceitos.
Na construção do leitor, é necessário lembrar que não apenas aspectos cognitivos estão implícitos mas também os afetivos, sendo importante que o professor leve em conta o gosto dos alunos por um ou outro gênero do discurso além de seus conhecimentos e capacidade de auferir significado.
Outro aspecto importante tratado foi a questão da inclusão das PNEEs em todo esse processo educativo. É necessário que essas pessoas não sejam tratadas como pessoas deficientes que devem se “recuperar” e se tornarem iguais às pessoas ditas “normais”, mas ter igualdade de oportunidades para se desenvolver em todos os aspectos, inclusive a leitura.
No que diz respeito à construção da cidadania, através do domínio da leitura, o ser humano tem outras possibilidades de ver o mundo, confirmando ou negando os conceitos já adquiridos. O ato de ler é realmente uma ferramenta preciosa para manter-se afastado da marginalização social. Conhecer mais a seu respeito e sobre o mundo possibilita construir e reconstruir continuamente o saber, o pensar e o agir.
Para poder conduzir esse processo todo, é fundamental que o mediador ame a leitura. Só assim ele poderá demonstrar e compartilhar o prazer e o desenvolvimento que a leitura pode oferecer.
É difícil resumir tudo o que foi tratado e que tivemos oportunidade de conhecer ou revisar nessas três semanas, mas considerei muito valiosos, para o nosso trabalho e para a nossa vida, os conteúdos trabalhados e confesso ter grande expectativa com relação aos próximos estudos.
Carmem Regina Vijande Pedrozo
Nessas três semanas, pudemos revisar e ampliar conceitos, refletir sobre, entre outros aspectos, a construção do leitor, a importância do mediador da leitura, a necessidade do uso da capacidade crítica do leitor na atualidade, a importância da leitura para a formação do cidadão, os aspectos cognitivos e afetivos, a necessidade de inclusão das PNEEs nesse processo de leitura, e sobre a necessidade de gosto pela leitura do mediador na formação desse leitor que queremos.
A construção do leitor começa, na realidade, desde antes de seu nascimento, quando a mãe começa a conversar com o bebê ainda na sua barriga. Continua com a contação de histórias pela mãe, pai ou outro familiar. Essa é uma etapa muito importante que, infelizmente, falta para muitas crianças. Nesse caso, a escola deve estar ciente, a fim de oferecer oportunidades que possam sanar essa deficiência.
O processo continua na escola, onde os professores(as) e bibliotecários(as) devem valorizar as atividades de leitura como imprescindíveis à aprendizagem, utilizando a interação entre os sujeitos como ferramenta básica. Não é o professor “sabe-tudo”, mas diferentes sujeitos interagindo e promovendo a aprendizagem de todos.
Nesse processo, é importante lembrar que ler não é apenas decifrar letras, mas compreender o que é lido: é necessário estabelecer a relação entre a escrita e seu significado. Somente estabelecendo essa relação, o leitor terá condições de desenvolver seu senso crítico, será capaz de se posicionar frente ao assunto abordado na leitura, formar sua opinião, seus conceitos.
Na construção do leitor, é necessário lembrar que não apenas aspectos cognitivos estão implícitos mas também os afetivos, sendo importante que o professor leve em conta o gosto dos alunos por um ou outro gênero do discurso além de seus conhecimentos e capacidade de auferir significado.
Outro aspecto importante tratado foi a questão da inclusão das PNEEs em todo esse processo educativo. É necessário que essas pessoas não sejam tratadas como pessoas deficientes que devem se “recuperar” e se tornarem iguais às pessoas ditas “normais”, mas ter igualdade de oportunidades para se desenvolver em todos os aspectos, inclusive a leitura.
No que diz respeito à construção da cidadania, através do domínio da leitura, o ser humano tem outras possibilidades de ver o mundo, confirmando ou negando os conceitos já adquiridos. O ato de ler é realmente uma ferramenta preciosa para manter-se afastado da marginalização social. Conhecer mais a seu respeito e sobre o mundo possibilita construir e reconstruir continuamente o saber, o pensar e o agir.
Para poder conduzir esse processo todo, é fundamental que o mediador ame a leitura. Só assim ele poderá demonstrar e compartilhar o prazer e o desenvolvimento que a leitura pode oferecer.
É difícil resumir tudo o que foi tratado e que tivemos oportunidade de conhecer ou revisar nessas três semanas, mas considerei muito valiosos, para o nosso trabalho e para a nossa vida, os conteúdos trabalhados e confesso ter grande expectativa com relação aos próximos estudos.
Carmem Regina Vijande Pedrozo
sábado, 27 de novembro de 2010
Enfim, no ar!
Estamos fellizes: finalmente conseguimos criar um blog!
Lourdes, queremos expressar nosso agradecimento por tua disponibilidade em nos aceitar em teu blog, mas estávamos com dificuldade para acessar ( problema da idade: esquecíamos a senha ou o endereço ou tudo). Estamos brincando, estávamos muito atarefadas e com dificuldade de comunicação.
Como nós nos encontramos todos os dias, não vamos poder usar mais essa desculpa.
Tomara que a Internet não nos apronte!
Enfim, prometemos postar com frequência.
Até a próxima!
Lourdes, queremos expressar nosso agradecimento por tua disponibilidade em nos aceitar em teu blog, mas estávamos com dificuldade para acessar ( problema da idade: esquecíamos a senha ou o endereço ou tudo). Estamos brincando, estávamos muito atarefadas e com dificuldade de comunicação.
Como nós nos encontramos todos os dias, não vamos poder usar mais essa desculpa.
Tomara que a Internet não nos apronte!
Enfim, prometemos postar com frequência.
Até a próxima!
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
Escolhemos essa música porque...
Escolhemos essa música porque ela fala de esperança, de coisas positivas. Também porque o ritmo é agradável e, com certeza, satisfará a todas as idades. A nós, agradou muito.
Consideramos ainda que a letra nos permite estabelecer um diálogo com os leitores/ouvintes, possibiliitando relações com outros textos e com a experiência pessoal.
Consideramos ainda que a letra nos permite estabelecer um diálogo com os leitores/ouvintes, possibiliitando relações com outros textos e com a experiência pessoal.
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