Os diferentes sentidos dados às palavras geram, muitas vezes, algumas situações, no mínimo, bastante estranhas. Vejam o caso a seguir.
Um grupo de pessoas conversava, enquanto o avô lia o jornal. De vez em quando, ele metia a colher no assunto.
Foi então que aconteceu uma confusão que fez todos darem muitas risadas.
– O Luís ainda está trabalhando na AESul? perguntou Heloísa.
– Sim; anda revisando umas instalações elétricas de onde puxaram um gato.
– E o que é que o pobre fazia lá? Machucaram o bichano? – interveio o avô.
Todos riram muito, antes de explicar para o vovô que o gato de que falavam se referia a um roubo de energia elétrica.
Para completar a situação hilária, chegou uma vizinha e perguntou para a Marli:
– E a tua mãe?
Marli respondeu:
– A mãe já se foi.
– Tua mãe morreu?! Meus pêsames! Eu não sabia! Quando foi isso?
– Quem morreu, criatura? Ninguém morreu, ela já se foi para casa.
Este blog foi criado por alunas do Curso Mediadores de Leitura|Santana do Livramento, com o propósito de divulgar os trabalhos e também artigos, vídeos e outras coisas interessantes sobre o assunto do blog. Com o final das atividades, o grupo foi desfeito, mas o blog continua com os mesmos propósitos e com alguns acréscimos por conta da pessoa que continua com a responsabilidade das postagens.
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segunda-feira, 29 de novembro de 2010
Nem só de free-shop vive a fronteira.
Nossa fronteira, assim como qualquer outra comunidade, tem aspectos comuns a outras comunidades e aspectos bem particulares.
Aqui temos um vocabulário muito especial, um "gauchês" com muitos traços de "portunhol". Além disso, apreciamos uma poesia e uma música gaúchas muito interessantes e muito bonitas.
É algo a ser aproveitado em sala de aula!
Apreciem Shana Müller em "No cantar que nos hermana".
Aqui temos um vocabulário muito especial, um "gauchês" com muitos traços de "portunhol". Além disso, apreciamos uma poesia e uma música gaúchas muito interessantes e muito bonitas.
É algo a ser aproveitado em sala de aula!
Apreciem Shana Müller em "No cantar que nos hermana".
domingo, 28 de novembro de 2010
Uma breve apreciação
Olha o que a Carmem pensa sobre o trabalho realizado nas primeiras três semanas do Curso:
Nessas três semanas, pudemos revisar e ampliar conceitos, refletir sobre, entre outros aspectos, a construção do leitor, a importância do mediador da leitura, a necessidade do uso da capacidade crítica do leitor na atualidade, a importância da leitura para a formação do cidadão, os aspectos cognitivos e afetivos, a necessidade de inclusão das PNEEs nesse processo de leitura, e sobre a necessidade de gosto pela leitura do mediador na formação desse leitor que queremos.
A construção do leitor começa, na realidade, desde antes de seu nascimento, quando a mãe começa a conversar com o bebê ainda na sua barriga. Continua com a contação de histórias pela mãe, pai ou outro familiar. Essa é uma etapa muito importante que, infelizmente, falta para muitas crianças. Nesse caso, a escola deve estar ciente, a fim de oferecer oportunidades que possam sanar essa deficiência.
O processo continua na escola, onde os professores(as) e bibliotecários(as) devem valorizar as atividades de leitura como imprescindíveis à aprendizagem, utilizando a interação entre os sujeitos como ferramenta básica. Não é o professor “sabe-tudo”, mas diferentes sujeitos interagindo e promovendo a aprendizagem de todos.
Nesse processo, é importante lembrar que ler não é apenas decifrar letras, mas compreender o que é lido: é necessário estabelecer a relação entre a escrita e seu significado. Somente estabelecendo essa relação, o leitor terá condições de desenvolver seu senso crítico, será capaz de se posicionar frente ao assunto abordado na leitura, formar sua opinião, seus conceitos.
Na construção do leitor, é necessário lembrar que não apenas aspectos cognitivos estão implícitos mas também os afetivos, sendo importante que o professor leve em conta o gosto dos alunos por um ou outro gênero do discurso além de seus conhecimentos e capacidade de auferir significado.
Outro aspecto importante tratado foi a questão da inclusão das PNEEs em todo esse processo educativo. É necessário que essas pessoas não sejam tratadas como pessoas deficientes que devem se “recuperar” e se tornarem iguais às pessoas ditas “normais”, mas ter igualdade de oportunidades para se desenvolver em todos os aspectos, inclusive a leitura.
No que diz respeito à construção da cidadania, através do domínio da leitura, o ser humano tem outras possibilidades de ver o mundo, confirmando ou negando os conceitos já adquiridos. O ato de ler é realmente uma ferramenta preciosa para manter-se afastado da marginalização social. Conhecer mais a seu respeito e sobre o mundo possibilita construir e reconstruir continuamente o saber, o pensar e o agir.
Para poder conduzir esse processo todo, é fundamental que o mediador ame a leitura. Só assim ele poderá demonstrar e compartilhar o prazer e o desenvolvimento que a leitura pode oferecer.
É difícil resumir tudo o que foi tratado e que tivemos oportunidade de conhecer ou revisar nessas três semanas, mas considerei muito valiosos, para o nosso trabalho e para a nossa vida, os conteúdos trabalhados e confesso ter grande expectativa com relação aos próximos estudos.
Carmem Regina Vijande Pedrozo
Nessas três semanas, pudemos revisar e ampliar conceitos, refletir sobre, entre outros aspectos, a construção do leitor, a importância do mediador da leitura, a necessidade do uso da capacidade crítica do leitor na atualidade, a importância da leitura para a formação do cidadão, os aspectos cognitivos e afetivos, a necessidade de inclusão das PNEEs nesse processo de leitura, e sobre a necessidade de gosto pela leitura do mediador na formação desse leitor que queremos.
A construção do leitor começa, na realidade, desde antes de seu nascimento, quando a mãe começa a conversar com o bebê ainda na sua barriga. Continua com a contação de histórias pela mãe, pai ou outro familiar. Essa é uma etapa muito importante que, infelizmente, falta para muitas crianças. Nesse caso, a escola deve estar ciente, a fim de oferecer oportunidades que possam sanar essa deficiência.
O processo continua na escola, onde os professores(as) e bibliotecários(as) devem valorizar as atividades de leitura como imprescindíveis à aprendizagem, utilizando a interação entre os sujeitos como ferramenta básica. Não é o professor “sabe-tudo”, mas diferentes sujeitos interagindo e promovendo a aprendizagem de todos.
Nesse processo, é importante lembrar que ler não é apenas decifrar letras, mas compreender o que é lido: é necessário estabelecer a relação entre a escrita e seu significado. Somente estabelecendo essa relação, o leitor terá condições de desenvolver seu senso crítico, será capaz de se posicionar frente ao assunto abordado na leitura, formar sua opinião, seus conceitos.
Na construção do leitor, é necessário lembrar que não apenas aspectos cognitivos estão implícitos mas também os afetivos, sendo importante que o professor leve em conta o gosto dos alunos por um ou outro gênero do discurso além de seus conhecimentos e capacidade de auferir significado.
Outro aspecto importante tratado foi a questão da inclusão das PNEEs em todo esse processo educativo. É necessário que essas pessoas não sejam tratadas como pessoas deficientes que devem se “recuperar” e se tornarem iguais às pessoas ditas “normais”, mas ter igualdade de oportunidades para se desenvolver em todos os aspectos, inclusive a leitura.
No que diz respeito à construção da cidadania, através do domínio da leitura, o ser humano tem outras possibilidades de ver o mundo, confirmando ou negando os conceitos já adquiridos. O ato de ler é realmente uma ferramenta preciosa para manter-se afastado da marginalização social. Conhecer mais a seu respeito e sobre o mundo possibilita construir e reconstruir continuamente o saber, o pensar e o agir.
Para poder conduzir esse processo todo, é fundamental que o mediador ame a leitura. Só assim ele poderá demonstrar e compartilhar o prazer e o desenvolvimento que a leitura pode oferecer.
É difícil resumir tudo o que foi tratado e que tivemos oportunidade de conhecer ou revisar nessas três semanas, mas considerei muito valiosos, para o nosso trabalho e para a nossa vida, os conteúdos trabalhados e confesso ter grande expectativa com relação aos próximos estudos.
Carmem Regina Vijande Pedrozo
sábado, 27 de novembro de 2010
Enfim, no ar!
Estamos fellizes: finalmente conseguimos criar um blog!
Lourdes, queremos expressar nosso agradecimento por tua disponibilidade em nos aceitar em teu blog, mas estávamos com dificuldade para acessar ( problema da idade: esquecíamos a senha ou o endereço ou tudo). Estamos brincando, estávamos muito atarefadas e com dificuldade de comunicação.
Como nós nos encontramos todos os dias, não vamos poder usar mais essa desculpa.
Tomara que a Internet não nos apronte!
Enfim, prometemos postar com frequência.
Até a próxima!
Lourdes, queremos expressar nosso agradecimento por tua disponibilidade em nos aceitar em teu blog, mas estávamos com dificuldade para acessar ( problema da idade: esquecíamos a senha ou o endereço ou tudo). Estamos brincando, estávamos muito atarefadas e com dificuldade de comunicação.
Como nós nos encontramos todos os dias, não vamos poder usar mais essa desculpa.
Tomara que a Internet não nos apronte!
Enfim, prometemos postar com frequência.
Até a próxima!
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
Escolhemos essa música porque...
Escolhemos essa música porque ela fala de esperança, de coisas positivas. Também porque o ritmo é agradável e, com certeza, satisfará a todas as idades. A nós, agradou muito.
Consideramos ainda que a letra nos permite estabelecer um diálogo com os leitores/ouvintes, possibiliitando relações com outros textos e com a experiência pessoal.
Consideramos ainda que a letra nos permite estabelecer um diálogo com os leitores/ouvintes, possibiliitando relações com outros textos e com a experiência pessoal.
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