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segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Historinha Semântica

Os diferentes sentidos dados às palavras geram, muitas vezes, algumas situações, no mínimo, bastante estranhas. Vejam o caso a seguir.
Um grupo de pessoas conversava, enquanto o avô lia o jornal. De vez em quando, ele metia a colher no assunto.
Foi então que aconteceu uma confusão que fez todos darem muitas risadas.
– O Luís ainda está trabalhando na AESul? perguntou Heloísa.
– Sim; anda revisando umas instalações elétricas de onde puxaram um gato.
– E o que é que o pobre fazia lá? Machucaram o bichano? – interveio o avô.
Todos riram muito, antes de explicar para o vovô que o gato de que falavam se referia a um roubo de energia elétrica.
Para completar a situação hilária, chegou uma vizinha e perguntou para a Marli:
– E a tua mãe?
Marli respondeu:
– A mãe já se foi.
– Tua mãe morreu?! Meus pêsames! Eu não sabia! Quando foi isso?
– Quem morreu, criatura? Ninguém morreu, ela já se foi para casa.

Nem só de free-shop vive a fronteira.

Nossa fronteira, assim como qualquer outra comunidade, tem aspectos comuns a outras comunidades e aspectos bem particulares.
Aqui temos um vocabulário muito especial, um "gauchês" com muitos traços de "portunhol". Além disso, apreciamos uma poesia e uma música gaúchas muito interessantes e muito bonitas.
É algo a ser aproveitado em sala de aula!
Apreciem Shana Müller em "No cantar que nos hermana".

Vocabulário e música da fronteira

domingo, 28 de novembro de 2010

Uma breve apreciação

Olha o que a Carmem pensa sobre o trabalho realizado nas primeiras três semanas do Curso:
Nessas três semanas, pudemos revisar e ampliar conceitos, refletir sobre, entre outros aspectos, a construção do leitor, a importância do mediador da leitura, a necessidade do uso da capacidade crítica do leitor na atualidade, a importância da leitura para a formação do cidadão, os aspectos cognitivos e afetivos, a necessidade de inclusão das PNEEs nesse processo de leitura, e sobre a necessidade de gosto pela leitura do mediador na formação desse leitor que queremos.
A construção do leitor começa, na realidade, desde antes de seu nascimento, quando a mãe começa a conversar com o bebê ainda na sua barriga. Continua com a contação de histórias pela mãe, pai ou outro familiar. Essa é uma etapa muito importante que, infelizmente, falta para muitas crianças. Nesse caso, a escola deve estar ciente, a fim de oferecer oportunidades que possam sanar essa deficiência.
O processo continua na escola, onde os professores(as) e bibliotecários(as) devem valorizar as atividades de leitura como imprescindíveis à aprendizagem, utilizando a interação entre os sujeitos como ferramenta básica. Não é o professor “sabe-tudo”, mas diferentes sujeitos interagindo e promovendo a aprendizagem de todos.
Nesse processo, é importante lembrar que ler não é apenas decifrar letras, mas compreender o que é lido: é necessário estabelecer a relação entre a escrita e seu significado. Somente estabelecendo essa relação, o leitor terá condições de desenvolver seu senso crítico, será capaz de se posicionar frente ao assunto abordado na leitura, formar sua opinião, seus conceitos.
Na construção do leitor, é necessário lembrar que não apenas aspectos cognitivos estão implícitos mas também os afetivos, sendo importante que o professor leve em conta o gosto dos alunos por um ou outro gênero do discurso além de seus conhecimentos e capacidade de auferir significado.
Outro aspecto importante tratado foi a questão da inclusão das PNEEs em todo esse processo educativo. É necessário que essas pessoas não sejam tratadas como pessoas deficientes que devem se “recuperar” e se tornarem iguais às pessoas ditas “normais”, mas ter igualdade de oportunidades para se desenvolver em todos os aspectos, inclusive a leitura.
No que diz respeito à construção da cidadania, através do domínio da leitura, o ser humano tem outras possibilidades de ver o mundo, confirmando ou negando os conceitos já adquiridos. O ato de ler é realmente uma ferramenta preciosa para manter-se afastado da marginalização social. Conhecer mais a seu respeito e sobre o mundo possibilita construir e reconstruir continuamente o saber, o pensar e o agir.
Para poder conduzir esse processo todo, é fundamental que o mediador ame a leitura. Só assim ele poderá demonstrar e compartilhar o prazer e o desenvolvimento que a leitura pode oferecer.
É difícil resumir tudo o que foi tratado e que tivemos oportunidade de conhecer ou revisar nessas três semanas, mas considerei muito valiosos, para o nosso trabalho e para a nossa vida, os conteúdos trabalhados e confesso ter grande expectativa com relação aos próximos estudos.

Carmem Regina Vijande Pedrozo

sábado, 27 de novembro de 2010

Enfim, no ar!

Estamos fellizes: finalmente conseguimos criar um blog!
Lourdes, queremos expressar nosso agradecimento por tua disponibilidade em nos aceitar em teu blog, mas estávamos com dificuldade para acessar ( problema da idade: esquecíamos a senha ou o endereço ou tudo). Estamos brincando, estávamos muito atarefadas e com dificuldade de comunicação.
Como nós nos encontramos todos os dias, não vamos poder usar mais essa desculpa.
Tomara que a Internet não nos apronte!
Enfim, prometemos postar com frequência.
Até a próxima!

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Escolhemos essa música porque...

Escolhemos essa música porque ela fala de esperança, de coisas positivas. Também porque o ritmo é agradável e, com certeza, satisfará a todas as idades. A nós, agradou muito.
Consideramos ainda que a letra nos permite estabelecer um diálogo com os leitores/ouvintes, possibiliitando relações com outros textos e com a experiência pessoal.

Nossa música